Portal Religioso

Portal Religioso

Loading


Espada japonesa mostrando a lâmina manga habaki e a mão guarda tsubaReceba Seu AxéEspada japonesa mostrando a lâmina manga habaki e a mão guarda tsuba
 photo gif_pomba.gif Conheça Nossa Produção Click Aqui! photo gif_pomba.gif
Este Site Foi Criado Para Manter a Cultura.

Bem - Vindos
Nosso site, contém diversas culturas religiosas, conhecimentos, e diversas religiões.


Site Criado em Homenagem as Culturas Religiosas 
Site Que Cultiva a Cultura Perdida ou Culturas Espirituais
Saiba Mais Aqui
 
 

A Rádio Familia Espírita Serve Para Ensinar Cantigas e Ajudar Entrar em Comunicação com os Orixás.

 
Cultura Africana:

tráfico de escravos para o Brasil refere-se ao período da história em que houve uma migração forçada de Africanos para o Brasil. Portugueses, brasileiros e mais tarde holandeses dominaram um comércio que envolveu a movimentação de milhares de pessoas. 
tráfico de escravos para o Brasil refere-se ao período da história em que houve uma migração forçada de Africanos para o Brasil. Portugueses, brasileiros e mais tarde holandeses dominaram um comércio que envolveu a movimentação de milhares de pessoas.
Hoje o Brasil é Um País Livre!

Conheça Um Pouco das Religiões Afro Brasileiras


  
 
A Diferença de Deus Para Oxalá 
Não Existe Nenhuma Diferença Pois Oxalá Significa Deus o Criador Dos Céus e Da Terra.

Umbanda é uma religião heterodoxa brasileira, cuja evolução do polissincretismo religioso existente no Brasil foi resultado de motivações diversas, inclusive de ordem social, que originaram um culto à feição e moda do país.

O sincretismo religioso no Brasil, ou seja, a mistura de concepções, fundamentos, preceitos, ritualísticas e divindades se processou num quádruplo aspecto: negro, índio, católico e espírita porque outros foram menos dominantes ou de modo superficial e restrito a certas áreas.

O marco inicial surge com a escravatura do índio feita pelos primeiros colonizadores no Brasil. Entretanto, o aborígene pelas suas características de raça, de elemento da terra, conhecedor das matas, espírito guerreiro exaltado, sem qualquer organização com um rudimento de estrutura social, tendo a liberdade como apanágio de toda sua vida, não aceitou o jugo da escravidão. Tinha, contudo, uma crença no espírito e suas religiões. A influência do índio contribuiu para a formação da Umbanda fornecendo elementos da sua mitologia e cultivos, tais quais, a Pajelança, o Toré, o Catimbó, entre outros. Ademais, o caboclo, ancestral do índio que incorporava em suas manifestações, foi consolidado na prática umbandista [2]


Guerreiros Encantados 

      

Os encantados não são espíritos desencarnados; são pessoas, ou até animais, que viveram mas não chegaram a morrer, sofreram antes a experiência do encantamento e foram morar no invisível. De vez em quando saem de lá, pegam carona na asa do vento e vêm à terra, no corpo dos iniciados, para dançar, dar conselhos, curar doenças, jogar conversa fora e matar as saudades do povo que continua por aqui.


Orixás São Grande Forças Da Natureza.


Religião do Batuque

A estruturação do batuque no estado do Rio Grande do Sul deu-se no início do século XIX, entre os anos de 1833 e 1859 (Correa, 1988 a:69). Tudo indica que os primeiros terreiros foram fundados na região de Rio Grande e Pelotas. Tem-se notícias, em jornais desta região, matérias sobre cultos de origem africana datadas de abril de 1878, (Jornal do Comércio, Pelotas). Já em Porto Alegre, as notícias relativas ao batuque datam da segunda metade do século XIX, quando ocorreu a migração de escravos e ex-escravos da região de Pelotas e Rio Grande para a capital. Lembrando sempre que a língua usada é a iorubá. Cabe enfatizar e esclarecer que o batuque não é um segmento do candomblé baiano, muito ao contrário, tendo liturgia e fundamentos próprios, nada semelhantes ao candomblé.

Candomblé

Os negros escravizados no Brasil pertenciam a diversos grupos étnicos, incluindo os yoruba, os ewe, os fon, e os bantu. Como a religião se tornou semi-independente em regiões diferentes do país, entre grupos étnicos diferentes evoluíram diversas "divisões" ou nações, que se distinguem entre si principalmente pelo conjunto de divindades veneradas, o atabaque (música) e a língua sagrada usada nos rituais.

A lista seguinte é uma classificação pouco rigorosa das principais nações e sub-nações, de suas regiões de origem, e de suas línguas sagradas:

  • Nagô ou Yoruba
    • Ketu ou Queto (Bahia) e quase todos os estados - Língua yoruba (Iorubá ou Nagô em Português)
    • Efan na BahiaRio de Janeiro e São Paulo
    • Ijexá principalmente na Bahia
    • Nagô Egbá ou Xangô do Nordeste no PernambucoParaíbaAlagoasRio de Janeiro e São Paulo
    • Mina-nagô ou Tambor de Mina no Maranhão
    • Xambá em Alagoas e Pernambuco (quase extinto).
  • Bantu, Angola e Congo (BahiaPernambucoRio de JaneiroEspírito SantoMinas GeraisSão PauloGoiásRio Grande do Sul), mistura de línguas BantuKikongo e Kimbundo.
    • Candomblé de Caboclo (entidades nativas índios)
  • Jeje A palavra Jeje vem do yoruba adjeje que significa estrangeiro, forasteiro. Nunca existiu nenhuma nação Jeje na África. O que é chamado de nação Jeje é o candomblé formado pelos povos fons vindo da região de Dahomey e pelos povos Mahis ou Mahins. Jeje era o nome dado de forma pejorativa pelos yorubas para as pessoas que habitavam o leste, porque os mahis eram uma tribo do lado leste e Saluvá ou povos Savalu do lado sul. O termo Saluvá ou Savalu, na verdade, vem de "Savé" que era o lugar onde se cultuava Nanã. Nanã, uma das origens das quais seria Bariba, uma antiga dinastia originária de um filho de Oduduá, que é o fundador de Savé (tendo neste caso a ver com os povos fons). O Abomey ficava no oeste, enquanto Ashantis era a tribo do norte. Todas essas tribos eram de povos Jeje,[6](BahiaRio de Janeiro e São Paulo) - língua ewe e língua fon (Jeje
  • O Candomblé cultua, entre todas as nações, umas cinquenta das centenas deidades ainda cultuadas na África. Mas, na maioria dos terreiros das grandes cidades, são doze as mais cultuadas. O que acontece é que algumas divindades têm "qualidades", que podem ser cultuadas como um diferente Orixá/Inquice/Vodun em um ou outro terreiro. Então, a lista de divindades das diferentes nações é grande, e muitos Orixás do Ketu podem ser "identificados" com os Voduns do Jejé e Inquices dos Bantu em suas características, mas na realidade não são os mesmos; seus cultos, rituais e toques são totalmente diferentes.
  •  O Culto Dos Orixás
 
1) Pontos de Louvação 
Geralmente no inicio da sessão quando são homenageados todos os Orixás e linhas auxiliares que trabalham na umbanda, inclusive os Guias Chefes do Terreiro, que geralmente são aqueles do Pai ou Mãe no Santo.
2) Pontos de Segurança
Geralmente logo após a abertura seguem-se os pontos de Firmeza e Segurança, isto é, Pontos que chamam e firmam as Entidades incumbidas da segurança Espiritual dos Médiuns e Terreiros.
3) Pontos de Chamada
São aqueles que iniciam logo após a Segurança, a Chamada da Falange que vai trabalhar naquela Gira, ex. Caboclos, Pretos Velhos, Crianças, Exus.
4) Pontos de Trabalho
São pontos especiais cantados durante a sessão, para Trabalhos específicos, como por exemplo o Descarrego de alguma pessoa.
5) Pontos de Partida
São aqueles que após os Trabalhos chamam a falange que trabalhou para partir.
6) Pontos de Encerramento da Gira

São Pontos de agradecimento a Jesus, a Deus, aos Protetores do Terreiro, pelos Trabalhos decorridos em boa ordem, e pedindo também paz no Terreiro, dos Médiuns, e Proteção durante seu retorno as suas residências.
Entenda que muitos outros pontos existem, inclusive aqueles que ficam louvando as Entidades da Falange de Trabalho, durante as Consultas a Assistência.
 
O que ocorre no "lado de Lá" enquanto cantamos os pontos?

Segundo o Espírito Angelo Inácio:
Os cânticos, além de identificarem cada Espírito que se manifesta, servem igualmente como condensadores de energia, uma espécie de Mantra, que são palavras consagradas por seu alto potencial de captação energética. É a Força Mágica da Umbanda.
Observei o ambiente Espiritual da Tenda. À medida que o povo cantava em ritmo próprio, parecia que imensa quantidade de Energia Luminosa ia se formando por cima da Assistência, segundo o "Ponto" cantado. De cores variadas, as energias iam se aglutinando na psicosfera ambiente e depois eram absorvidas pelas Auras de quantos ali estavam, além de agregarem em torno do Gongá. O fenômeno era maravilhoso de se ver. Em meio ao redemoinho de energias, Espíritos que se manifestavam na forma de Crianças canalizavam esses recursos para os Assistentes, que estremeciam ao receber o choque energético. Eram os fluidos que os atingiam e desestruturavam as criações mentais inferiores, os miasmas e os demais parasitas que se encontravam nas Auras dos participantes.
 
Ifá

Ifá, é o nome de um oráculo africano. É um sistema de adivinhação que se originou na África Ocidental entre os yorubas, na Nigéria. É também designado por Fa entre os Fon e Afa entre os Ewe. Não é propriamente uma divindade (Orixá), é o porta-voz de Orunmilá e dos outros orixás.

O sistema pertence as religiões tradicionais africanas mas também é praticado entre os adeptos da Lukumí de Cuba através da Regla de OchaCandomblé no Brasil através do Culto de Ifá, e similares transplantadas para o Novo Mundo.

 

oráculo é a resposta dada pela Divindade a uma questão pessoal através de artes divinatórias. Por extensão, o termo oráculo por vezes também designa o intermediário humano consultado, que transmite a resposta e até mesmo, no Mundo Antigo, o local que ganhava reputação por distribuir a sabedoria oracular, onde era notada a presença Divina sempre que chamada, que passava a ser considerado solo sagrado e previamente preparado para tal prática.

Religião Xamã

Xamã, ou shaman, é um termo de origem tungúsica que nessa língua siberiana quer dizer, na tradução literal, "Aquele que enxerga no escuro". Os tungues meridionais identificam no xamã os portadores de função religiosa, que podem "voar" para outros mundos, entrar em um estado estático e ter acesso e contato com seus aliados (animais, vegetais, minerais), seres de outras dimensões e os espíritos ancestrais.


O Espiritismo

Doutrina espíritaEspiritismo ou Kardecismo,[1][2] é a doutrina codificada pelo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, usando o pseudônimo Allan Kardec. Esta é baseada em cinco obras básicas, escritas por ele, através da observação de fenômenos que o mesmo atribuía a manifestações de inteligências incorpóreas ou imateriais, denominadas espíritos. A codificação espírita está presente em: O Livro dos Espíritos,O Livro dos MédiunsO Evangelho segundo o EspiritismoO Céu e o Inferno e A Gênese.


Verdade Sobre Orixá


Na mitologia yorubaorixás (yoruba Òrìsà; em espanhol Oricha; em inglês Orisha) são deuses africanos que correspondem a pontos de força da Natureza e os seus arquétipos estão relacionados às manifestações dessas forças. As características de cada Orixá aproxima-os dos seres humanos, pois eles manifestam-se através de emoções como nós. Sentem raiva, ciúmes, amam em excesso, são passionais. Cada orixá tem ainda o seu sistema simbólico particular, composto de cores, comidas, cantigas, rezas, ambientes, espaços físicos e até horários. Como resultado do sincretismo que se deu durante o período da escravatura, cada orixá foi também associado a um santo católico, devido à imposição do catolicismo aos negros. Para manterem os seus deuses vivos, viram-se obrigados a disfarçá-los na roupagem dos santos católicos, aos quais cultuavam apenas aparentemente.

Na mitologia, há menção de 600 orixás primários, divididos em duas classes, os 400 dos Irun Imole e os 200 Igbá Imole, sendo os primeiros do Orun ("céu") e os segundos da Aiye ("Terra").

Estão divididos em orixás da classe dos Irun Imole, e dos Ebora da classe dos Igbá Imole, e destes surgem os orixás Funfun (brancos, que vestem branco, como Oxalá e Orunmilá), e os orixás Dudu (pretos, que vestem outras cores, como Obaluayê e Xangô).

  • Exu, orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas, mensageiro divino dos oráculos.
  • Ogum, orixá do ferro, guerra, fogo, e tecnologia, deus da sobrevivência.
  • Oxóssi, orixá da caça e da fartura.
  • Logunedé, orixá jovem da caça e da pesca.
  • Xangô, orixá do fogo e trovão, protetor da justiça.
  • Ayrà, usa branco, tem profundas ligações com Oxalá e com Xangô.
  • Obaluaiyê, orixá das doenças epidérmicas e pragas, orixá da cura.
  • Oxumaré, orixá da chuva e do arco-íris, o dono das Cobras e das transformações.
  • Ossaim, orixá das Folhas sagradas, conhece o segredo de todas elas. Junto com Oxóssi, protege as matas e os animais.
  • Oyá ou Iansã, orixá feminino dos ventos, relâmpagos e tempestades. Também é a orixá das paixões.
  • Oxum, orixá feminino dos rios, do ouro, deusa das riquezas materias e espirituais, dona do amor e da beleza, protege bebês e recém-nascidos.
  • Iemanjá, orixá feminino dos mares e limpeza, mãe de muitos orixás. Dona da fertilidade feminina e do psicológico dos seres humanos.
  • Nanã, orixá feminino dos pântanos e da morte. Protege idosos e desabrigados. Também dona da chuva e da lama. É mãe de Obaluaiê e junto com ele, dona das doenças cancerígenas. Mais velha orixá do panteão africano.
  • Yewá, orixá feminino do Rio Yewa. Protetora das moças virgens e dona da vidência.
  • Obá, orixá feminino do Rio Oba. Dona da guerra e das águas.
  • Axabó, orixá feminino e pouco conhecido, é da família de Xangô.
  • Ibeji, orixás crianças, são gêmeos, e protegem as criancinhas.
  • Irôco, orixá da árvore sagrada, (gameleira branca no Brasil).
  • Egungun, Ancestral cultuado após a morte em Casas separadas dos Orixás.
  • Iyami-Ajé, é a sacralização da figura materna, a grande mãe feiticeira.
  • Omolu, Orixá da transformação.
  • Onilé, orixá do culto de Egungun.
  • Onilê, orixá que carrega um saco nas costas e se apóia num cajado.
  • Oxalá, orixá do Branco, da Paz, da Fé.
  • OrixaNlá ou Obatalá, o mais respeitado, o pai de quase todos orixás, criador do mundo e dos corpos humanos.
  • Ifá ou Orunmila-Ifa, Ifá é o porta-voz de Orunmila, orixá da adivinhação e do destino, ligado ao Merindilogun.
  • Odudua, orixá também tido como criador do mundo, pai de Oranian e dos yoruba.
  • Oranian, orixá filho mais novo de Odudua.
  • Baiani, orixá também chamado Dadá Ajaká.
  • Olokun, orixá divindade do mar.
  • Olossá, orixá feminino dos lagos e lagoas.
  • Oxalufan, qualidade de Oxalá velho e sábio.
  • Oxaguian, qualidade de Oxalá jovem e guerreiro.
  • Orixá Oko, orixá da agricultura.
Verdades Sobre Exú

Exu é o orixá da comunicação. É o guardião das aldeias, cidades, casas e do axé, das coisas que são feitas e do comportamento humano. A palavra Èsù em yorubá significa “esfera” e, na verdade, Exu é o orixá do movimento.

Ele é quem deve receber as oferendas em primeiro lugar a fim de assegurar que tudo corra bem e de garantir que sua função de mensageiro entre o Orun e o Aiye, o mundo material e o mundo espiritual, seja plenamente realizada.

Na África na época das colonizações, o Exu foi sincretizado erroneamente com o diabo cristão pelos colonizadores, devido ao seu estilo irreverente, brincalhão e a forma como é representado no culto africano, um falo humano ereto, simbolizando a fertilidade.

Por ser provocador, indecente, astucioso e sensual, é comumente confundido com a figura de Satanás, o que é um equívoco de acordo com a construção teológica yorubá, posto que não está em oposição a Deus, muito menos é considerado uma personificação do mal. Mesmo porque nesta religião não existem diabos ou entidades encarregadas única e exclusivamente de coisas ruins como fazem as religiões cristãs. Estas pregam que tudo o que acontece de errado é culpa de um único ser que foi expulso; pelo contrário, na mitologia yoruba, bem como nocandomblé, cada uma das entidades (Orixás) tem sua porção positiva e negativa assim como o próprio ser humano.

Culto do Exú no Brasil

No Brasil, no candombléExu é um dos mais importantes Orixás e sempre é o primeiro a receber as oferendas, as cantigas, as rezas, é saudado antes de todos os Orixás, antes de qualquer cerimônia ou evento. O Exu Orixá não incorpora em ninguém para dar consultas como fazem os Exus de Umbanda, eles são assentados na entrada das casas de candomblé como guardiões, e em toda casa de candomblé tem um quarto para Exu, sempre separado dos outros Orixás, onde ficam todos osassentamentos dos exus da casa e dos filhos de santo que tenham exu assentado.

 

Verdade Sobre Os Orixás.

Orixás são elementos da natureza, cada orixá representa uma força da natureza.
Quando cultuamos nossos orixás, cultuamos também as forças elementares oriundas da água, da terra, do ar, do fogo, etc. Essas forças em equilíbrio, produzem uma enorme energia (asé), que nos auxilia em nosso dia a dia, ajudando para que nosso destino se torne cada vez mais favorável.
Sendo assim, quando dizemos que adoramos deuses, nós nos referimos a estarmos adorando as forças da natureza, forças essas pertencentes a criação do grande pai. Pai esse conhecido por nós como "Ólorun"ou Olodumaré (Deus supremo).

O Significado do Candomblé

O termo "candomblé" era usado inicialmente para designar apenas certo tipo de dança, mas passou a significar também o próprio ritual religioso dos negros africanos. A principal diferença entre os vários tipos de candomblé existentes no Brasil é a origem étnica. Existem, entretanto, quatro características comuns e importantes para caracterizá-lo como de origem africana: a possessão pela divindade, o caráter pessoal da divindade, o oráculo e o despacho de Exu.

 

Há quem faça distinção entre o candomblé e a umbanda enquanto rituais. Ambos são religiões afro-brasileiras, mas a umbanda se caracteriza pela mistura do candomblé e do espiritismo, estando, dessa forma, voltada para os feitiços. O termo quimbanda, é usado para definir a parte da umbanda que é voltada para magia negra, conhecida como: macumba. No candomblé utilizam-se mais as danças e os trabalhos com forças advindas da natureza, como as do mar, do fogo, do ar, dos rios e florestas, representadas pelos orixás.



Mago ou magi (plural do termo persa magus, significando tanto "imagem" quanto "[homem] sábio", do verbo cuja raiz é meh, "grande", em sânscrito maha) é um termo usado desde o século IV a.C. para denotar um seguidor de Zoroastro, ou ainda, um seguidor do que a Civilização helenista associava com o Zoroastro, o que, em suma, era a habilidade de ler as estrelas e manipular o destino que elas previam. O sentido anterior ao período helenista é incerto.

Mago atualmente denota aquele que pratica a magia ou o ocultismo. No entanto, pode indicar também alguém que possui conhecimentos e habilidades superiores como, por exemplo, quando se diz que um músico é um "mago dos teclados", pois toca com perfeição o instrumento musical.

Yabas

Iabá, Yabá ou Iyabá , cujo o termo quer dizer Mãe Rainha , é o termo dado aos orixás femininos , Yemanjá e Oxum mas no Brasil esse termo é utilizado para definir todos os orixás femininos em geral em vez do termo Obirinxá ( Orixá feminino), que seria o termo mais correto. O termo Iabá é dado a Yemanjá e Oxum , porque ambas estão intimamente ligadas da gestação ao parto e aos cuidados da mãe com o seu filho e também por terem sido rainhas e apenas essas duas divindades usam o filá de contas presas aos seus adês que servem para cobrirem os seus rostos nas festas . Na Umbanda e Candomblé Yabá São Considerados Todos Orixás De Luz Femininos No Site www.familiaespirita.comunidades.net Fala Sobre Yabá

Sobre Baba Vanga

Evangelia Pandeva Dimitrova, Baba Vanga (Vangelia). Em meados da década de 1960, o governo búlgaro considerou que a clarividência e precognição eram campos vitais para a investigação científica. Surgiu, então, o Instituto de Sugestiologia e Parapsicologia. Em 1966, Vanga se tornou a primeira vidente do mundo contratada como funcionária pública.

 

A proteção do Estado resguardou-a do assédio exagerado: ela chegava a atender 50 pessoas por dia. Depois da contratação, a profetiza passou a receber um pequeno salário e ganhou uma equipe de apoio: duas secretárias e outros assistentes encarregados de entrevistar os solicitantes.




Naquele inverno um cavalheiro de armadura (em forma de espírito) apareceu para ela. Ele entrou na casa e revelou: "O mundo está à beira de um desastre. Milhões de pessoas vão morrer e você, aqui, profetizará. Não fique com medo. Eu direi o que você deve falar". Este fantasma visitou Vangelia [ou Evangelia] Pandeva Dimitrova em janeiro de 1941. Naquela época, ela tinha 30 anos.

Bem antes disso ela já apresentava habilidades de clarividência. Nascida em 31 de janeiro de 1911, em Strumica Macedônia, tendo crescido em Petrich, Bulgária, começou a desenvolver o dom desde a infância. Quando era pequena, costumava fazer uma brincadeira que irritava o seu pai: Vanga colocava alguma coisa no jardim ou na casa; então, tapava os olhos e começava a procurar. Também gostava de brincar de curandeira e prescrevia ervas para seus amigos.


Vodum

Mawu é o Ser Supremo dos povos Ewe e Fon, que criou a terra e os seres vivos e engendrou os voduns, divindades que a (Mawu é do gênero feminino) secundariam no comando do Universo. Ela é associada a Lissá, que é masculino, e também co-responsável pela Criação, e os voduns são filhos e descendentes de ambos. A divindade dupla Mawu-Lissá é intituladaDadá Segbô (Grande Pai Espírito Vital).

  • Loko, É o primogênito dos voduns. Representado pela árvore sagrada Ficus idolatrica ou Ficus doliaria (gameleira branca).
  • Gu, Vodun dos metaisguerrafogo, e tecnologia.
  • Heviossô, Vodun que comanda os raios e relâmpagos.
  • Sakpatá, Vodun da varíola.
  • Dan, Vodun da riqueza, representado pela serpente do arco-íris.
  • Agué, Vodun da caça e protetor das florestas.
  • Agbê, Vodun dono dos mares.
  • Ayizan, Vodun feminino dona da crosta terrestre e dos mercados.
  • Agassu, Vodun que representa a linhagem real do Reino do Daomé.
  • Aguê, Vodun que representa a terra firme.
  • Legba, O caçula de Mawu e Lissá, e representa as entradas e saídas e a sexualidade.
  • Fa , Vodun da adivinhação e do destino.

Os voduns na África são agrupados em "famílias" chefiadas por um vodun principal, ora representando um elemento ou fenômeno da natureza, ora da cultura. Existem basicamente 4 famílias principais:

  • Os Ji-vodun , ou "voduns do alto", chefiados por  (forma basilar de Heviossô).
  • Os Ayi-vodun , que são os voduns da terra, chefiados por Sakpatá.
  • Os Tô-vodun , que são voduns próprios de uma determinada localidade (variados).
  • Os Henu-vodun , que são voduns cultuados por certos clãs que se consideram seus descendentes (variados).

No Brasil os voduns são cultuados nos terreiros de Candomblé, sobretudo nos da Nação Jêje, onde ainda se conserva alguma lembrança da divisão por famílias.


Magia Negra

 

A Quimbanda é a ramificação na qual atuam os exus e pombagiras, também chamados de povos de rua. Eles manipulam forças negativas, o que não significa que sejam malignos. Geralmente estão presentes em lugares onde possam haver kiumbas, obsessores também conhecidos como espíritos atrasados. Os exus e pombagiras trabalham basicamente para o seu desenvolvimento espiritual, com o intuito de evolução espiritual, além de proteção de seu médium. Como são as entidades mais próximas à faixa vibratória dos encarnados, apresentam muitas semelhanças com os humanos.

 

A entrega de oferendas é comum na Quimbanda, assim como na Umbanda, mas variam de acordo com cada entidade. Podem ser oferecidas bebidas alcoólicas, tais quais, cachaça (marafo), uísque ou conhaque, entre outras, além de velas e charutos.

 

Não se deve confundir a Quimbanda com a Kiumbanda, popularmente conhecida como magia negra, que não respeita os princípios fundamentais da Umbanda.

 

 

Wicca

 

A Wicca é uma religião politeísta, de culto basicamente dualista, que crê tradicionalmente na Mãe Tríplice e no Deus Cornífero, ou religião matriarcal de adoração à Deusa mãe. Estas duas deidades são muitas vezes vistas como faces de uma divindade panteísta maior, ou que se manifestam como várias divindades politeístas. A Wicca também envolve a prática ritual da magia, em grande parte influenciada pela magia cerimonial do passado, muitas vezes em conjunto com um código de moralidade liberal conhecida como a Wiccan Rede, embora não seja uma regra. Embora algumas tradições adorem o celta Cernunnos, símbolo da virilidade, e por vezes seja confundida com Satanismo, os wiccanos não crêem em Lúcifer ou em Satã.

Existem diversas tradições dentro da Wicca. Algumas, como a Wicca Gardneriana e a Alexandrina, seguem a linhagem iniciática de Gardner; ambas são frequentemente denominadas de wicca tradicional britânica, e muitos dos seus praticantes consideram que o termo "Wicca" possa ser aplicado unicamente a elas. Outras, como ocochranianismo, Feri e a Tradição Diânica, tomam como principal influência outras figuras e não insistem em qualquer tipo de linhagem iniciática. Alguns destes não usam o termo "Wicca", preferindo "Bruxaria", enquanto outros crêem que todas estas tradições podem ser consideradas wiccanas.

 

Oque é um Mago?

Mago ou magi (plural do termo persa magus, significando tanto "imagem" quanto "[homem] sábio", do verbo cuja raiz é meh, "grande", em sânscrito maha) é um termo usado desde o século IV a.C. para denotar um seguidor de Zoroastro, ou ainda, um seguidor do que a Civilização helenista associava com o Zoroastro, o que, em suma, era a habilidade de ler as estrelas e manipular o destino que elas previam. O sentido anterior ao período helenista é incerto.

Mago atualmente denota aquele que pratica a magia ou o ocultismo. No entanto, pode indicar também alguém que possui conhecimentos e habilidades superiores como, por exemplo, quando se diz que um músico é um "mago dos teclados", pois toca com perfeição o instrumento musical.


Oque São Bruxas?

Uma bruxa é geralmente retratada no imaginário popular como uma mulher velha, nariguda e encarquilhada, exímia e contumaz manipuladora de Magia Negra e dotada de uma gargalhada terrível. É inegável a conexão entre esta visão e a visão da Hag ou Crone dos anglófonos. É também muito popularizada a imagem da bruxa como a de uma mulher sentada sobre uma vassoura voadora, ou com a mesma passada por entre as pernas, andando aos saltitos. Alguns autores utilizam o termo, contudo, para designar as mulheres sábias detentoras de conhecimentos sobre a natureza e, possivelmente, magia.

 

Algumas bruxas históricas adquiriram alguma notoriedade, como é o caso das chamadas Bruxas de Salem, a Bruxa de Evóra e Dame Alice Kytler (bruxa inglesa). São também bastante populares na literatura de ficção, como nos livros da popular série Harry Potter, nos livros de Marion Zimmer Bradley (autora de As Brumas de Avalon, que versam sobre uma vasta comunidade de bruxos e bruxas cuja maioria prefere evitar a magia negra, ou a trilogia sobre as bruxas Mayfair, deAnne Rice.

As bruxas foram implacavelmente caçadas durante a inquisição na Idade Média. Um dos métodos usados pelos inquisidorespara identificar uma bruxa nos julgamentos do Santo Ofício consistia na comparação do peso da  com o peso de umaBíblia gigante. Aquelas que fossem mais leves eram consideradas bruxas, pois dizia-se que as bruxas adquiriam uma levezasobrenatural. Frequentemente as bruxas são associadas a gatos pretos, que dentre as Bruxas Tradicionais são os chamados Puckerel, muitas vezes tidos como espíritos guardiões da Arte das Bruxas, que habitam o corpo de um animal. Estes costumam ser designados na literatura como Familiares.

Diziam que as bruxas voavam em vassouras à noite e principalmente em noites de lua cheia, que faziam feitiços e transformavam as pessoas em animais e que eram más.

Hoje em dia essas antigas superstições como a da bruxa velha da vassoura na lua cheia já foram suavizadas, devido à maior tolerância entre religiões, sincretismo religioso e divulgação dopaganismoGerald Gardner tem destaque nesse cenário como o pai da Religião Wicca- A Religião da Moderna Bruxaria Pagã, formada por pessoas que são Bruxos/as mas que utilizam a "Arte dos Sábios" ou a "Antiga Religião" mesclada a práticas e conhecimentos de outras tradições. A classificação de magia como negra e branca não existe para os bruxos, pois se fundamentam nos conceitos de bem e mal, que não fazem parte de suas crenças, por isso, como costumam dizer, toda magia é cinza.

A Arte das Bruxas como era feita antes é chamada de Bruxaria Tradicional, ainda remanescendo até os dias atuais em grupos seletos, via de regra ocultos. Hoje também pode-se encontrar uma vasta quantidade de livros e sites que explicam a "Antiga Religião" mas geralmente se tratam de Wicca, pois os membros de grupos de Bruxaria Tradicional costumam preferir o ostracismo, revelando-se publicamente apenas em ocasiões especiais ou para que novos candidatos os localizem.

 

"Macbeth and Banquo meeting the witches on the heath" ("Macbeth e Banquo reunião das bruxas no campo") de Théodore Chassériau.
As 3 linhas principais

Quiromancia é o ato de ler as mãos.

A quiromancia (do grego cheiro, "mão", e mancia, " profecia") é um método complexo de adivinhação e de interpretação de sinais baseados nas linhas da palma da mão e no seu formato, tamanho e textura.

Existe a crença que acredita que, através da quiromancia, ou seja, pela leitura das mãos, é possível descobrir o passado e o futuro, as tendências e as potencialidades do indivíduo, além de prever problemas de vários gêneros, tendo assim o reconhecimento para poder mudar e evitar tais problemas. As linhas da mão mudam, então quem determinará as mudanças ou não é o indivíduo.

Esse sistema de arte divinatória deve ter tido origem na Índia há pelo menos cinco mil anos. Era praticado na China, no Tibete, na Pérsia, naMesopotâmia e no Egito. As lendas nos contam que o filósofo grego Aristóteles, que dizia que a mão é o "principal órgão" do corpo, ensinou quiromancia a seu mais famoso pupilo, Alexandre, o Grande. Dizem que também Júlio César acreditava ter tanta habilidade para decifrar palmas da mão que julgava seus homens pela aparência de suas mãos.

 

Princípios básicos da leitura de mão

As principais linhas da mão são:

1. A LINHA DA VIDA:

  • A crença popular diz que essa linha indica quanto tempo uma pessoa vai viver.

No entanto, ela dá uma ideia geral da qualidade de vida e da vitalidade dessa pessoa. Uma curva acentuada para baixo, mesmo numa linha curta, indica força física. Já uma linha relativamente reta sugere pouca resistência. Situa-se perto do polegar, perto da linha da cabeça.

2.LINHA DA CABEÇA:

  • Mostra a capacidade intelectual da pessoa.

Ele revela a criatividade latente, o poder de concentração e a capacidade de resolver problemas. Quanto maior a linha, maior a capacidade de concentração. Situa-se no meio da palma da mão, quase reta.

3.A LINHA DO CORAÇÃO:

  • Essa linha é a chave para se entender as emoções.

Ele revela a maneira como o indivíduo interage com os outros e suas expectativas em relação ao amor e a relacionamentos. Linha horizontal mais próxima dos quatro dedos da mão.

Esquerda ou direita?

A mão que você mais usa é chamada de principal ou superior. Ela indica os eventos futuros bem como o seu exterior. A outra mão é denominada secundária ou inferior. Ela mostra seu potencial bem como o seu interior. Pessoas destras tendem a ser mais lógicas, pois a mão direita está conectada com a região lógica, lado esquerdo do cérebro. Pessoas canhotas tendem a ser mais criativas, pois a mão esquerda está conectada com a região intuitiva, lado direito do cérebro. 

Ciência e críticos

Houve pouca aceitação de pesquisas amplas para a verificação da exatidão da quiromancia como um sistema de análise. Muita análise foi empreendida pelos próprios leitores[1]. Nenhuma informação conclusiva foi usada para suportar as alegações realizadas por leitores, e na verdade, há tanta evidências inválidas contra validação científica da quiromancia como, da mesma forma, que há a favor.

 
 
 

Bainos na Umbanda

Baianos são uma linha de trabalhadores de Umbanda pertencentes à chamada Linha das Almas, a mesma dos Pretos-Velhos / Pretas-Velhas. Suas giras são encontradas sobretudo emSão Paulo. A correspondência no Rio de Janeiro é com a linha dos Malandros, cujo maior representante é Zé Pelintra. Outras linhas trabalham na gira dos baianos como por exemplo: Boiadeiros, Marinheiros e em alguns terreiros os Mineiros.

Sempre com seu coco (mistura de cachaça e mel colocada dentro de um coco), a linha baiana está sempre disposta a ajudar os filhos de fé com seus conselhos e sua proteção. Esta linha trabalha tanto na Umbanda quanto na Quimbanda, geralmente não descendo nos trabalhos de esquerda (exceto Zé Pelintra), mas tendo a sua permissão para atuar na Quimbanda no plano espiritual.

Alguns conhecidos:

  • Amigo do Vitorino
  • Mané Baiano
  • Zé Baiano
  • Zé da Estrada
  • Zé da Estrada e dos Trilhos
  • Zé do Côco
  • Zé Tenório
  • Zé Pereira
  • Zé da Faca
  • Zeca do Côco
  • Zézinho Bahiano
  • Chico Baiano
  • João Baiano
  • Severino
  • Joaquim Baiano
  • Carcará
  • Lampião
  • Maria Bonita
  • Baiano Delclessiano
  • Baiana Sol
  • Pai Baiano

Boiadeiros na Umbanda:

Normalmente são entidades vinculadas à homens que trabalharam, sobretudo na condução de gado.

Operam nos terreiros com seu laço, chapel e cigarro de palha. O seu grito característico captura espíritos decaídos que atormentam os consulentes, encaminhando para guias espirituais de socorros destes seres desencarnados. Geralmente incorporam nas giras de Caboclos. São associados aos Mineiros, dependendo da região em que se situa o terreiro.

Exemplos de Boiadeiro:

  • Chico da Porteira;
  • Zé do Laço;
  • Zé da Campina;
  • Tião;
  • Zé do Facão;
  • Zé Mineiro;
  • João da Serra;
  • Boiadeiro Navizala;
  • Laço Nervoso;
  • Carne de Boi;
  • Zé do trilho;
  • João Boiadeiro;
Caboclo Pena-Marrom

História

As entidades assim denominadas que se apresentam nos terreiros de umbanda são espíritos com um certo grau espiritual de evolução.

São considerados espíritos de índios que já morreram e que viraram guias de luz que voltam à Terra para prestar a caridade ao próximo. Ou almas de pessoas que assumiram a roupagem fluídica de caboclo como instrumento de ideal. São da Linha das Matas.

Apresentam-se altaneiros, dando o seu grito de guerra e gesticulando como se lançassem suas flechas. Normalmente seus conselhos visam a melhorar o ânimo dos mais necessitados. A imagem quase sempre condiz com a figura do bom selvagem romantizado, belo, puro, nobre e arrojado. São espíritos sérios e bastante contidos. Normalmente os consulentes os tratam com muito respeito e até algum temor.

Geralmente se utilizam de charutos para provocar a descarga espiritual de seu médium e também do seu consulente. Alguns assoviam, outros bradam no ato da incorporação. Costumam ser bastante sérios nos seus conselhos. São considerados, portanto, grandes trabalhadores dos terreiros.

Egunitá é considerado um orixá feminino cuja existência tem sido questionada por alguns adeptos da Umbanda e do Candomblé

História

Para muitos estudiosos e seguidores não seria um orixá singular mas, uma das qualidades (manifestações) de Iansã ou Oyá que vestiria rosa, visão mais comum dos fiéis do Candomblé. Como Oyá do Culto Igbalé é associada aos mortos, aos ventos e ao bambuzal, é ligada aos orixás Oxalá e Nanã.

Existiam mesmo terreiros que veiculavam essa mensagem. Um exemplo advém do falecido escritor e sacerdote, José Ribeiro, que era dirigente do Terreiro de Iansã Egunitá (Senhora deEgum) que se encontrava na estrada Santa Efigênia, 152, TaquaraJacarepaguá, no Rio de Janeiro. Era de Candomblé da nação Angola.

Oyá Egunitá teria fundamento com Ogum Wari e Odé. Em outra visão, Oyá Egunitá é um Orunkó (nome, dijina) e não qualidade de Oyá.

 

Abíkú o Mito da Morte

Abiku Na Religião Yorùbá, acredita-se que: são crianças que terão passagem curta pela terra, ou seja, não viverão por muitos anos.

 

História

 Nas religiões afro-brasileiras existe ainda uma explicação que diz: os Abiku, se constituem numa sociedade de espíritos, onde a regra é vir à Terra (encarnar) mas viver apenas por um curto período. Sabe-se que antes de encarnar o espírito se compromete com a comunidade dos Abiku, à qual pertence, de voltar o mais rápido possível, estabelecendo inclusive, data e hora. Existem ebós para quebrar esse pacto do espírito com a sociedade dos Abiku, permitindo assim, que o espírito viva por mais tempo na terra.

Na terra dos yorubás, acredita-se que quando nasce um Abiku significa que a família tem dívidas espirituais a pagar; por isso o nascimento de uma criança que necessitará de muitos cuidados espirituais para evitar sua morte prematura — o que sempre é um sofrimento para os pais. Assim como o nascimento de gêmeos, Ibeji é uma grande honra e uma grande alegria para a família, o nascimento de um Abiku é sinal de problemas e de preocupações.

Esses espíritos pertencem ao egbé Abiku e não a um egbé da terra. Por isso sua forte ligação com o orun e sua necessidade de sempre tentar voltar ao seu egbé, o que pode causar a morte prematura da criança entre o primeiro e o sétimo ano de vida.


 Paranormal

Paranormal é um termo empregado para descrever as proposições de uma grande variedade de fenômenos supostamente anômalos ou estranhos ao conhecimento científico, mesmo se essa percepção for devida à ignorância.

Diz-se que um evento ou percepção são paranormais quando envolvem forças ou agentes que estão além de explicações científicas, mas assim mesmo são misteriosamente vivenciados por aqueles que alegam possuir poderes psíquicos, como a percepção extrasensorial ou a psicocinese.

Muitos compreendem o termo paranormal como sinônimo de parapsicologia, que lida com fenômenos psíquicos como telepatiaESP, e estudos de experiências multidimensionais comomediunidade. No entanto, o termo mais amplo para paranormal inclui assuntos considerados como sendo externos ou fora do alcance da parapsicologia, incluindo UFOscriptozoologia e muitos outros de cunho não-psíquico.

Existem pessoas que alegam possuir poderes paranormais, e acabam sendo excluídas do círculo social por serem consideradas estranhas[carece de fontes]. Para os defensores de teses paranormais, a capacidade de possuir os supostos poderes paranormais seria na verdade a possível manifestação de um dom e deve ser respeitada. Paralelamente aplica-se a palavra aos fenômenos pouco habituais, sejam físicos ou psíquicos.


Mediunidade

Mediunidade é o nome atribuído a uma alegada capacidade humana que é suposto permitir uma comunicação entre homens e Espíritos1 . Ela se manifesta 2 independentemente da religião, de forma mais ou menos intensa em todos os indivíduos. A classificação dos médiuns é feita da seguinte forma: a quem essa faculdade é detectada, ou seja, existe atividade, são chamadas de médiuns ativos , e as pessoas em que essa atividade não é detetada são chamadas de médiuns passivos 3 .

Assim, um espírito que deseja comunicar-se entra em contato com a mente do médium ativo, e, por esse meio, pode se comunicar por várias formas, como oralmente (psicofonia), pela escrita (psicografia), ou ainda se fazendo visível ao médium (vidência). Fenômenos de ordem física incluem levitações (poltergeist), batidas (tiptologia), escrita direta (pneumatografia), voz direta (pneumatofonia), voz eletrônica (electronic voice phenomena), etc. Também há a mediunidade de psicometria, que é muito usada como ajuda para a polícia, consiste em um médium ler impressões e recordações pelo contato com objetos comuns; e a mediunidade de cura, como acontece através do médium João de Deus. Outras formas de comunicação com os espíritos podem ser encontradas em O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec4 .

Embora recorrentes nas doutrinas espiritualistas, e bem evidente na Doutrina Espírita, a mediunidade não encontra-se estabelecida à luz daciência strictu senso, visto a própria existências de espíritos não encontrar-se cientificamente estabelecida perante os rigores do método científico 5 .

Reencarnação

 

Reencarnação é uma ideia central de diversos sistemas filosóficos e religiosos, segundo a qual uma porção do Ser é capaz de subsistir à morte do corpo. Chamada consciênciaespírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do carma.

A reencarnação é um dos pontos fundamentais do Hinduísmo (já pregava esse conceito 5 mil anos antes de cristo), do Jainismo, do Culto de Tradição aos Orixás (Òrìsà) (já difundia esse conceito 5 mil anos antes de Cristo), da Teosofia, do Rosacrucianismo e da filosofia platônica, mais recentemente o Espiritismo. Existem

Obsessão, segundo o espiritismo, seria a interferência prejudicial exercida por um espírito sobre outro, sejam eles "encarnados" (i.e. homens vivos) ou "desencarnados" (i.e. pessoas falecidas).

Influência dos espíritos

A respeito da influência que os espíritos exerceriam sobre as pessoas, O Livro dos Médiuns, do escritor Allan Kardec, dedica um capítulo inteiro ao assunto.

Segundo a crença espírita, aquele que sofre a influência de seres espirituais seria, por definição, um médium.

Graus de obsessão

No que tange aos tipos possíveis de obsessão, a doutrina espírita apresenta uma classificação em três graus de intensidade crescente, a saber:

- A obsessão simples, que ocorre quando um espírito ou vários influenciam a mente de um médium com suas ideias, mas de maneira tal que o médium consciente percebe. A obsessão simples perturba, podendo causar constrangimento quando o médium inexperiente exprime de forma desavisada pensamentos que não são seus e somente se dá conta disso depois. No entanto, ele, médium, permanece senhor de si mesmo e reconhece quando fala ou age sob influência, sendo a ele possível, com estudo, aprender a controlar-se.

- A fascinação é uma ação direta e constante do pensamento de um espírito sobre a mente do médium paralisando-lhe o raciocínio de tal modo que este aceita tudo que lhe é passado pelo espírito como a mais pura verdade, reproduzindo, desde informações simplórias aos mais completos disparates, como se fosse tudo fruto da mais profunda sabedoria. O espírito que se dedica à fascinação de um médium é ardiloso pois, primeiro, ele tem que ganhar a confiança irrestrita do médium para aos poucos ir dominando seu raciocínio.

- A subjugação é uma influência tão forte sobre a mente do médium que este não mais raciocina nem age por si mesmo, agindo como marionete do espírito ou dos espíritos que o influenciam.

A obsessão simples tanto pode ser resultado da ação de espíritos voltados para o mal que querem prejudicar o médium por sentir prazer nisso, como de espíritos que identificaram no médium alguém que lhes prejudicou ou agrediu física ou moralmente em outra existência e, não tendo evoluído a ponto de perdoá-lo, dele buscam vingança. A fascinação tanto pode ser uma ação dirigida contra o médium, para fazê-lo parecer ridículo e, assim, humilhá-lo, como uma ação dirigida a um grupo ou a toda uma comunidade visando criar um movimento de oposição a outros voltados ao bem e à busca da verdade. Os casos de subjugação, finalmente, são os mais complexos, pois se trata sempre da ação de espíritos que têm profundo ódio pelo médium, tudo fazendo para lhe arruinar a existência.

De obsessão simples a subjugação 

Analisando-se o caso de Anneliese Michel, supõe-se que ela começou a sofrer de obsessão aos 16 anos. O fato de ela alegar desde o começo que estava sob influência de supostos espíritos, de vê-los e querer se ver livre deles revela sob a ótica da fé, que ela estivesse, inicialmente, sob o efeito de uma obsessão simples. Infelizmente, a época, não seria possível um diagnóstico adequado e tratamento para causas psiquiátricas, de modo que a possibilidade de obsessão é mera especulação nesse caso.

No entanto, sem que tratamento algum lograsse sucesso, os crentes supunham se tratar da investida de espíritos, que aos poucos teriam conseguindo ter controle sobre sua mente e sobre seu corpo, o que caracterizaria sob o ângulo da fé espírita, um caso de subjugação, conforme se lê no artigo sobre a jovem:

Cquote1.svg Ela insultava, espancava e mordia os outros membros da família, além de dormir sempre no chão e se alimentar com moscas e aranhas, chegando a beber da própria urina. Anneliese podia ser ouvida gritando por horas em sua casa, enquanto quebrava crucifixos, destruía imagens de Jesus Cristo e lançava rosários para longe de si. Ela também cometia atos de auto-mutilação, tirava suas roupas e urinava pela casa com freqüência. Cquote2.svg
 

Tratamento

Na visão espírita, nem toda perturbação emocional tem origem espiritual, sendo sempre importante a averiguação médica das origens da mesma. Identificando-se, porém, uma ocorrência de obsessão, recomenda-se o tratamento de suas causas, ao mesmo tempo em que o tratamento médico lhe trata os efeitos. Como o Espiritismo vê, na obsessão e na subjugação, a ação de espíritos desencarnados que odeiam o médium e querem se vingar dele , aos quais chama de obsessores, ele preconiza o esclarecimento dos mesmos à luz da Lei de Causa e Efeito ao mesmo tempo em que enseja ao médium e àqueles que se preocupam com ele uma ação efetiva em busca do auto-aprimoramento, baseada no estudo da Doutrina Espírita e na dedicação àcaridade. O tratamento da obsessão, chamado de desobsessão, é sempre feito em um Centro Espírita. Nele se utiliza a Lei de Causa e Efeito na tentativa de mostrar aos obsessores que aquele por quem eles nutrem ódio hoje, em função de lhes ter feito mal em existência passada, teria, em existência ainda mais remota, sido a vítima cujos agressores teriam sido eles, ocasião em que teriam plantando a semente do mal que mais tarde os viria a afligir. Quebrar o círculo vicioso do ódio entre obsessor e obsediado é tarefa que requer do esclaredor espírita, paciência, perseverança e conhecimento dos mecanismos da vida. A desobsessão espírita é baseada no amor, pois procura ver a todos, obsessores e obsidiados, como irmãos e irmãs queridos necessitando de esclarecimento.

Obsessão e missão

É interessante o relato de que Anneliese teria tido um sonho com Maria, mãe de Jesus, em que esta ter-lhe-ía oferecido duas opções, a de se ver livre dos espíritos que a atormentavam ou a de continuar sendo atormentada por eles para que as pessoas soubessem da ação do mal e que Anneliese teria escolhido a segunda opção. À luz do entendimento espírita, o encontro de Anneliese em sonho com uma entidade luminosa que foi percebida por ela como sendo Maria, mãe de Jesus, pode ter sido um encontro com o Espírito guia de Anneliese e a proposta que ela relatou ter-lhe sido feita pode indicar que tudo o que ela sofreu fez parte de sua programação de vida para aquela existência. Nesse caso, a existência sofrida de Anneliese Michel em uma sociedade desinteressada pelas questões espirituais assumiria um novo e mais amplo significado, o que, tivesse ela vivido no Brasil, não seria o caso. Caso essa hipótese fosse comprovada, teríamos um caso raro de obsessão consentida durante a programação da existência, isto é, uma missão de vida.

 Possessão ou possessão demoníaca é, de acordo com muitos sistemas de crença, o controle de um indivíduo por um ser maligno sobrenatural. Descrições de possessões demoníacas muitas vezes incluem memórias ou personalidades apagadas, convulsões e desmaios como se a pessoa estivesse morrendo.1 Outras descrições incluem o acesso ao conhecimento oculto (gnosis) e línguas estrangeiras (glossolalia), mudanças drásticas na entonação vocal e estrutura facial, o súbito aparecimento de lesões (arranhões, marcas de mordida) ou lesões e força sobre-humana. Ao contrário da canalização mediúnica ou outras formas de possessão, o indivíduo não tem controle sobre a suposta entidade que o possui e por isso permanece nesse estado até que a entidade seja forçada a deixar a vítima, normalmente através de um exorcismo.

Muitas culturas e religiões contêm algum conceito de possessão demoníaca, mas os detalhes variam consideravelmente. As mais antigas referências à possessão demoníaca vêm dos sumérios, que acreditavam que todas as doenças do corpo e da mente eram causadas ​​por "demônios de doenças" chamados gidim ou gid-dim.2 Os sacerdotes que praticavam exorcismos nessas nações eram chamados de ashipu(feiticeiro) em oposição a um asu (médico), que aplicava bandagens e pomadas.3 Muitas tábuas cuneiformes contêm orações para certos deuses pedindo proteção contra os demônios, enquanto outras pedem aos deuses para expulsar os demônios que invadiram seus corpos.

Culturas xamânicas também acreditam em possessões demoníacas e os xamãs realizam os exorcismos. Nessas culturas, as doenças são muitas vezes atribuídas à presença de um espírito vingativo (ou raramente chamado de demônio) no corpo do paciente. Estes espíritos eram mais frequentemente descritos como espectros de animais ou pessoas injustiçadas pelo portador, os ritos de exorcismo geralmente eram compostos de ofertas respeitosas ou ofertas de sacrifício.

cristianismo afirma que a posse deriva do Diabo, ou seja, Satanás, ou de um de seus demônios. Em muitos sistemas de crença cristãos, Satanás e seus demônios são descritos como anjos caídos.4

 

Na Bíblia 

Bíblia apresenta vários casos de possessão demoníaca, no Novo Testamento. Isto, provavelmente, foi uma influência trazida à religião judaica pelos anos de exílio na Babilônia5 .

Visão científica

possessão demoníaca não é um diagnóstico psiquiátrico ou médico válido e reconhecido pelo DSM-IV e CID-10. Aqueles que professam a crença em possessões demoníacas por vezes descrevem sintomas que são comuns a várias doenças mentais, como histeriamaniapsicose,síndrome de Touretteepilepsiaesquizofrenia ou transtorno dissociativo de identidade.6 7 8 Em casos de transtorno dissociativo de identidade em que a personalidade é questionada quanto à sua identidade, 29% são relatados como possessões de demônios.9 Além disso, há uma forma demonomania denominada "demoniomania" ou "demonopatia" em que o paciente acredita que está possuído por um ou mais demônios.

A ilusão de que o exorcismo funciona em pessoas com sintomas de possessão é atribuída por alguns ao efeito placebo e ao poder da sugestão.10Algumas pessoas supostamente possuídas são realmente narcisistas ou sofrem de baixa auto-estima e agem como uma "pessoa possuída por um demônio" com o propósito de ganhar atenção.6

A crença de que o exorcismo funciona em pessoas com sintomas de possessão é atribuída por alguns ao efeito placebo e ao poder da sugestão.11 Algumas pessoas supostamente possuídas são realmente narcisistas ou sofrem de baixa auto-estima e agem como uma "pessoa possuída por um demônio" com o propósito de ganhar atenção.6

Historicamente, a possessão demoníaca era considerada a causa da loucura12 . Um dos livros embora um clássico documento, relegado à segundo por sua opção religiosa plano sobre o tema é "A Loucura sob novo prisma" do médico homeopata Bezerra de Menezes (1831 — 1900). No desenvolvimento da psiquiatra no Brasil esse tema também foi abordado sobretudo pela escola baiana, entre outros) sobretudo por Nina Rodrigues (1862 — 1906) que apesar da carga de preconceitos e patologização de manifestações religiosas (interpretando estas como manifestações epilépticas ou histéricas) conseguiu reunir e produzir considerável material etnográfico sobre as religiões africanas tendo como continuadores vultos como Estácio de Lima(1897 — 1984), Arthur Ramos (1903 -1949) entre outros.

A interpretação psicanalítica inaugurou uma forma de estudo até hoje válida, na perspectiva da relação entre o conteúdo religioso e manifestações criminosas. Pode-se tomar como marco dessa abordagem o trabalho de Sigmund Freud “Uma neurose demoníaca do século XVII” (1922) 13

Hoje em dia considera-se que a maioria dos casos de possessão demoníaca são distúrbios sociológicos, e não patológicos14 . Dalgalarrondo em estudo de revisão de trabalhos publicados desde o final do século XIX sobre messianismo; "loucura religiosa" e trabalhos contemporâneos relacionando religião, uso de álcool e drogas, além de algumas condições clínicas (esquizofrenia e suicídio), refere-se à ausência de uma linha de pesquisa que proporcione uma melhor articulação entre investigação empírica e análise teórica dos dados, assim como um diálogo mais próximo da psiquiatria com ciências sociais, como a antropologia e a sociologia da religião para um maior avanço nesta área. 15

Alma penada é uma entidade do universo sobrenatural da mitologia portuguesa. As crenças populares reconhecem como sendo o espírito de pessoas falecidas que, tendo deixado compromissos por cumprir na vida terrena, regressam a ela, sob enigmáticas transfigurações (na forma de luzes, vozes, suspiros, animais, vultos imprecisos, caveiras…), apelando ao socorro e à oração de familiares e amigos.

Leite de Vasconcellos escreveu que “as almas daqueles que morrerem sem restituir o que devem voltam a este mundo, por favor de Deus, e imploram de algum amigo e parente que restitua a cousa roubada”.1

Nos seus estudos sobre mitologia popular portuguesa, o escritor e etnógrafo Alexandre Parafita interpreta a figura da alma penada como uma inquietação incontornável, perante o mistério da morte, que vigora nas culturas tradicionais cristãs, segundo as quais a alma dos que morrem, após uma existência arredia das convenções divinas, tem assegurado um de dois lugares no Além, consoante a dimensão da sua culpa: o Inferno ou o Purgatório.

E se o primeiro representa um “castigo eterno”, o segundo pode ser “um lugar transitório, sendo permitido que as almas, após um período de purgação das suas faltas, acabem por obter um lugar no Céu”. Para tal, “voltam a este mundo a penar, em busca de auxílios para a resolução dos males que causaram em vida”.2

Interpretação semelhante têm encontrado nas culturas tradicionais galegas antropólogos como Gonzalez Reboredo. Segundo este estudioso, a crença nas almas penadas traduz as inquietações de um povo aterrorizado pelos seus próprios delírios, ao mesmo tempo que cumpre uma missão importante na lógica cristã: trata-se de um medo que mitiga outro mais insuportável; os seres humanos aliviam o medo da morte, acreditando que os mortos continuam vivendo

necromancia ou nigromancia é um termo que etimologicamente advém do Grego: "morte" (necro) e "adivinhação (mancia).1 e que consiste aadivinhação mediante a consulta aos mortos e seus espíritos ou cadáveres.

Pode ser interpretada como a prática de se comunicar com mortos para obter informações do futuro, tendo a sua origem na crença de uma viagem para outro mundo após a morte, supondo que os recém-mortos, cujos corpos ainda estejam intactos, mantêm ainda relações com a vida, estando mais sensíveis à prática de contatá-los e questioná-los.

São práticas muito antigas, registradas, por exemplo, na Bíblia, no Antigo Testamento.

Tábua Ouija (também conhecida como "brincadeira do copo" ou "telégrafo dos mortos") é um dos meios de necromancia e outro é interpretar o sangue de um homem que tenha morrido recentemente.

Maldição é a ação efetiva de um poder sobrenatural, caracterizada pela adversidade que traz, sendo geralmente usada para expressar o azar ou algo ruim na vida de uma pessoa. Antigamente era algo semelhante a um "Feitiço" ou "Encantamento", mas que só causa o mal à pessoa. Algumas pessoas acreditam que uma maldição pode até matar. A maldição foi manifestada primeiramente nos relatos bíblicos. A maldição não pode ser revogada até que um poder espiritual superior intervenha trazendo libertação.

Purgatório é a condição e processo de purificação ou castigo temporário1 em que as almas daqueles que morrem em estado de graça são preparadas para o Reino dos céus.2 A noção de purgatório é particularmente associada com o Rito Latino da Igreja Católica, também presente nas igrejas orientais católicas (embora muitas vezes sem usar o termo específico de "Purgatório"); os Anglo-católicos geralmente também professam a crença. As Igrejas Ortodoxas acreditam na possibilidade de purificação das almas dos mortos, através das orações dos vivos e pela oferta da Divina Liturgia3 e muitos ortodoxos, especialmente entre os ascetas, na espera da apocatástase4 Uma opinião semelhante, que admite a possibilidade de uma salvação final é registrada no Mormonismo5 O Judaísmo também acredita na possibilidade da purificação após a morte6 e pode usar a palavra "purgatório" para apresentar a sua compreensão do significado da Geena7 No entanto, o conceito "purificação" da alma pode ser negado explicitamente em outras tradições de fé.

A palavra "purgatório" passou a se referir também a uma ampla gama de concepções históricas e modernas de sofrimento pós-morte, 1 e é usado, em um sentido não-específico, para qualquer lugar ou condição de sofrimento ou tormento, especialmente um que é temporário.8 A cultura popular também apresenta a concepção do purgatório como um lugar físico,1 embora a Igreja (catolica) ensine que o Purgatório não indica um lugar, mas "uma condição de existência".9